Redação Maestro Frotas



Qual a diferença entre os tipos de blindagem de veículos?

Vivemos em um momento de perigos iminentes. A violência no país é um problema constante e que assombra direta ou indiretamente a população, e os índices de crimes violentos estão acima da média mundial, particularmente na taxa de violência armada e homicídios.

Se você mora em uma grande cidade, as chances de ser uma vítima é alta. Basicamente, ninguém está 100% seguro, com isso, a proteção pessoal ganha cada vez mais importância na vida das pessoas.

Mesmo que possamos fazer muito pouco em caso de um crime, podemos usar carros blindados para ter mais segurança e proteção. De um modo geral, durante um assalto, enquanto você está dentro de um carro, a única coisa que poderá protegê-lo é a blindagem do veículo.

No artigo de hoje, vamos apresentar os diferentes tipos de blindagem de veículos disponíveis no mercado, abordando suas vantagens e desvantagens, e como eles podem ajudar a salvar vidas. Acompanhe!

Os tipos de blindagem de veículos

Durante o processo de blindagem, o veículo é praticamente desconstruído, restando apenas a lataria, o painel e o motor, os quais recebem um polímero de grossa espessura. Até mesmo os forros e as capas de teto, bancos e portas são retirados. Rodas e pneus ganham plásticos reforçados, e os vidros são substituídos por lâminas combinadas com policarbonato, apresentando maior resistência.

De forma geral, no Brasil, os tipos de blindagem de veículos seguem as normas norte-americanas, que especificam quais tipos e calibres de projéteis cada nível de blindagem precisa resistir. Normalmente, existem três níveis de proteção de blindagem para veículos e dois mais elevados, utilizados em casos bastante específicos.

Quanto maior for o nível de blindagem, maior será o valor desse serviço. O preço também pode variar bastante dependendo das demandas e especificações de cada modelo do veículo.

A seguir, conheça os tipos de blindagem de veículos:

  •  Nível I: a proteção considerada mais básica, protege de projéteis de calibre 32 e 38.
  • Nível II e II-A: ambos com o mesmo nível de blindagem, protegem contra disparos de até 9 mm e Magnum 357.
  • Nível III-A: apresentando quatro vezes mais proteção do que a de Nível I, resiste a todos os calibres de armas de mão e até mesmo submetralhadoras (pistolas) 9 mm e Magnum 44. Essa é a blindagem escolhida por, praticamente, 95% do mercado brasileiro.
  • Nível IV e V: utilizada, normalmente, em carros-fortes.
  • Nível VI: apenas veículos de autoridades internacionais contam com esse nível de proteção, garantindo a segurança dos ocupantes contra granadas, minas de terra e armas químicas.

As vantagens e desvantagens da blindagem de veículos

Os veículos blindados são extremamente úteis se você precisa escoltar executivos, celebridades, militares ou qualquer outro convidado de notoriedade. Oferecer um veículo blindado a executivos de alto escalão é uma prática comum em algumas empresas, e mesmo frotas terceirizadas já contam com esse tipo de carro.

Ter veículos blindados em sua frota, seja próprio ou terceirizado, pode ser útil em diversas situações. Com eles, você pode evitar perda de vidas, valores, bens e muito mais.

Atualmente, o nível dessa técnica está extremamente sofisticado. Os tipos de blindagem de veículos são quase imperceptíveis e é bastante difícil diferenciar um carro blindado de qualquer outro veículo de produção regular.

No entanto, também existem desvantagens. Além do preço mais alto, se o material balístico de proteção N-IIIA feito com aramida não for o escolhido, a blindagem acrescentam um peso considerável ao carro, o que demanda maior consumo de combustível. Suspensões e outros elementos do veículo sofrem igualmente com o aumento de peso, necessitando ser substituídos com maior frequência. 

É importante salientar, ainda, que, mesmo com o maior nível de proteção, o veículo não estará 100% resistente. Existem algumas áreas do carro, por exemplo, as maçanetas, que apresentam uma resistência limitada, devido ao ajuste dos materiais de blindagem.

Além disso, por normas internacionais, um mesmo ponto do carro deve resistir a, pelo menos, até cinco tiros – contudo, no sexto projétil, pode ser que a blindagem não resista ao impacto.

Apesar dessas questões, a blindagem do veículo ainda é um dos melhores investimentos para garantir a segurança e a tranquilidade, que não têm preço quando falamos de nossas vidas e também das de nossos clientes.

E você, já pensou em ter em sua frota um veículo blindado? Ficou com alguma dúvida sobre os tipos de blindagem de veículos disponíveis no mercado? Compartilhe sua mensagem nos comentários e até a próxima!


Carro elétrico: você ainda vai ter um

carro elétrico ainda não conta com ampla adesão, entretanto, ele é uma grande tendência para substituir definitivamente os veículos movidos à combustão em um futuro próximo.

Com a escassez das reservas de petróleo pelo mundo, o encarecimento dos combustíveis fósseis e as políticas para a redução de poluentes na atmosfera, estima-se que o carro elétrico deve começar a superar aqueles movidos à gasolina e diesel nos próximos 10 anos.

Diversos países já demonstraram o desejo político de eliminar a comercialização de carros com motores a combustão. Na Alemanha, por exemplo, existe o apelo por proibir esses veículos a partir de 2030. Reino Unido e França pensam em 2040, e a Noruega, mais otimista, estipulou a meta para 2025.

A seguir, saiba mais sobre as projeções de uso do carro elétrico.

A popularização do carro elétrico

Atualmente, as principais barreiras desses carros são os preços altos e a carência de uma infraestrutura para o abastecimento dos veículos. Dessa forma, os carros elétricos ainda são mais indicados para uso exclusivamente urbano. Se nas grandes capitais já são raros os pontos de recarga, nas estradas eles são quase nulos.

No entanto, com a popularização desses veículos e o aumento de demanda, a infraestrutura tende a crescer em sinergia. Existem várias opções para que o mercado de veículos elétricos possa expandir, inclusive no Brasil.

O país já conta com políticas de incentivo, oferecendo isenção do imposto de importação para veículos com motor elétrico, desde que apresente autonomia mínima de 80 km.

Os modelos de carros elétricos disponíveis

Disponível no mercado, o BMW i3 é um exemplo de veículo totalmente movido à energia limpa. No entanto, a maioria dos modelos ainda combinam eletricidade e motor a combustão, conhecidos como híbridos. É o caso do Toyota Prius, Ford Fusion Hybrid, Mitsubishi Outlander PHEV, Lexus CT200h e o BMW i8.

A BMW pretende lançar dois novos carros elétricos até 2020, a Mercedes-Benz planeja ter quatro EVs em 2018, a Ford lançará seu primeiro carro construído para ser totalmente elétrico a partir de 2020, o Nissan Leaf está sendo lançado neste ano e o Chevy Bolt já está nas estradas.

Já o Modelo 3 da Tesla deverá ser o carro elétrico que deve mudar tudo: com design atrativo, de alta tecnologia e com um preço acessível. A versão básica pode rodar 345 km sem precisar recarregar a bateria. No entanto, a espera para dirigir esse veículo será longa. As primeiras unidades começaram a ser entregues neste ano, e mais 500 mil pessoas estão na fila de pré-venda.

Hitech Electric

Com sede em Pinhais, localizada na Região Metropolitana de Curitiba, a Hitech Eletric começou a disponibilizar no mercado brasileiro dois modelos de automóveis elétricos, o e.coTech2 e o e.coTech4, desenvolvidos pelo grupo Aoxin New Energy, uma estatal que é a principal fornecedora de caminhões da China.

O que mais chama a atenção neles é o design exótico, bem diferente do modelo tradicional de veículos como conhecemos, que tem tido uma boa aceitação dos clientes, principalmente por empresas, graças à possibilidade de personalização em termo também de cores e plotagem de logotipos.

Os modelos da Hitech têm autonomia de 120 km rodando com média de 35 km/h. A velocidade máxima é entre 50 e 60 km/h. Os carros se diferenciam por levar dois ou quatro passageiros, contando com duas ou quatro portas, e contam com dois tipos de baterias, a de gel com vida útil de 74 mil km e a de íons de lítio com 180 mil km. A recarga da bateria em gel leva cerca de 6 horas, enquanto a da de íons ocorre em apenas 30 minutos.

Em breve, a Hitech também disponibilizará o modelo e-go, que será capaz de rodar 350 km e atingir 140 km/h.

E você, já pensou em economizar ao adotar veículos elétricos? Achou esses modelos da Hitech vantajosos para o seu negócio? Compartilhe suas experiências conosco nos comentários e até a próxima!


Política de Gestão de Frotas: o que é e como fazer?

A Política de Gestão de Frotas é a base de uma gestão de frotas inteligente. Podemos dizer que se trata de um apanhado de diretrizes e procedimentos que todos os motoristas devem seguir, bem como o que define o adequado consumo de combustível, o tempo de operação e a vida útil de cada um dos carros, assim como qual é o intervalo adequado entre as manutenções.

Ainda, a Política de Gestão de Frotas deve trazer o padrão visual a ser aplicado nos veículos da frota, mitigar riscos judiciais envolvendo seus funcionários e terceiros e definir os procedimentos da companhia para lidar com cada tipo de situação que possa ocorrer com os veículos.

Com esse documento em mãos, o gestor de frotas terá o respaldo necessário para cobrar que os motoristas se portem da maneira correta e indicada pela Política de Gestão de Frotas e facilitar a rotina operacional da empresa. Dessa forma, ele garante que os veículos serão usados da melhor maneira, aumentando seu tempo de vida útil e reduzindo custos que poderiam ser gerados pela má utilização dos mesmos.

Por esse motivo, no post de hoje, vamos tratar sobre o que é a Política de Gestão de Frotas e como promovê-la em sua empresa. Acompanhe!

Política de Gestão de Frotas: todas as partes podem colaborar

A Política de Gestão de Frotas é um documento normativo em que o gestor e o motorista encontrarão as normas e os procedimentos adequados a seguir nas mais diversas situações.

Assim, você deve saber que a frota não é apenas do gestor, tampouco apenas do motorista. É preciso, portanto, levar em consideração a opinião de todos na hora de escrever o documento. A melhor maneira é organizar uma série de reuniões para tratar sobre diferentes tópicos, reunir todas as opiniões em ata e, posteriormente, passar a redação final do documento.

Por exemplo, faça uma reunião com a equipe de manutenção, e descubra quais os principais problemas e desafios que enfrentam no dia a dia. Analise o que os colaboradores gostariam de ver devidamente regulamentado para melhorar sua prática cotidiana. Anote tudo: na reunião com os motoristas, levante os pontos tratados no encontro anterior, e como eles podem melhorar ainda mais.

Serão necessárias várias reuniões, no entanto, é crucial que você as faça, pois o processo de escrita da Política de Gestão de Frotas deve ser colaborativo para que nenhum ponto fundamental seja esquecido ou fique de fora.

Defina e segmente os tópicos de cada reunião

Como vimos, para montar a Política de Gestão de Frotas da melhor maneira, você deve tornar a elaboração do documento um processo coletivo. Portanto, é preciso saber os pontos que vai regulamentar no documento para tratar em reuniões específicas com cada setor envolvido com a frota.

Por exemplo, ao tratar da manutenção dos veículos da frota, leve em conta a opinião de cada um dos envolvidos sobre o que deteriora mais nos veículos. Quais peças desgastam mais rápido e como podem ser utilizadas de forma mais eficiente? Grandes problemas são evitados pela simples manutenção de pequenas partes dos veículos. Sabendo quais são e as elencando na Política de Gestão de Frotas, você torna tudo mais prático.

Alguns dos tópicos comuns na Política de Gestão de Frotas das empresas são:

  • Responsabilidades de cada área da organização envolvida com a frota.
  • Categorização dos veículos.
  • Política de manutenções (preventivas e corretivas) da empresa.
  • Normas para a boa utilização da frota.
  • Política de multas e sinistros da companhia.
  • Checklist para ser aplicado a cada veículo.
  • Checklist para ser aplicado aos veículos quando eles retornarem à empresa.
  • Termo de responsabilidade.

Tome cuidado ao transcrever as informações no documento

Após a coleta de informações de todas as reuniões, você deve estar atento ao modo que serão sintetizadas e transcritas no documento em si. Apesar de parecer que tudo está concluído, essa etapa requer muita atenção. Afinal, muitas empresas erram ao elaborar uma política que deixa as informações expostas de forma complexa ou pouco claras. Assim, aqueles que precisam colocar em prática Política de Gestão de Frotas podem se confundir e não seguir suas diretrizes.

Tenha em mente que a redação final deve ser minuciosa e coerente. Assim, os objetivos e as propostas que você trabalhou para montar serão seguidas à risca e o funcionamento de sua frota de veículos vai ser otimizada.

O documento facilitará bastante a rotina do gestor de operações e frota da empresa. E então, pronto para começar a elaborar a sua Política de Gestão de Frotas? Se você tem alguma dúvida sobre o assunto, conte conosco! Deixe sua mensagem nos comentários ou entre em contato com a Maestro Frotas!