Arquivos Redução de Custos - Blog Maestro Frotas



As multas sem identificação de condutor em um frota

No último mês de outubro de 2017, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentou a forma de cobrança à pessoa jurídica da multa por não identificação de condutor de infrações de trânsito.

A multa já era aplicada desde 2009, com a publicação do novo Código de Trânsito Brasileiro (CBT), no entanto, com a nova resolução não será mais necessária a expedição de nova infração ou notificação para a aplicação da penalidade extra.

Na prática, caso a empresa não identifique quem estava dirigindo seu veículo no momento da infração, além da multa original, a pessoa jurídica receberá a multa NIC (Não Indicação do Condutor).

No caso das multas sem identificação do condutor, o valor é multiplicado pelo número total de infrações iguais cometidas no período de 12 meses, pelo mesmo veículo.

A seguir, saiba mais sobre como funcionam as multas sem identificação de condutor em uma frota.

O antigo agravo de multas sem identificação de condutor

Como já é de conhecimento dos condutores, caso o proprietário de um veículo seja autuado por alguma infração de trânsito, além do pagamento de multa, ele também receberá uma pontuação em sua Carteira Nacional de Habilitação. No caso do condutor somar mais de 20 pontos no período de 12 meses, contados a partir da primeira multa, poderá ter suspenso o seu direito de dirigir.

No entanto, para uma empresa, não existe a sanção de pontuação na Carteira de Habilitação. Em contrapartida, é dever da companhia monitorar o uso de seus veículos e, em caso de multa, identificar e indicar o motorista no momento da infração para que os pontos sejam transferidos para a sua habilitação.

Em conversa com alguns de nossos clientes, notamos que muitos tinham a ideia de que a “multa de agravo”, como era conhecida, era apenas uma outra multa de mesmo valor da original aplicada quando não havia a indicação do condutor.

Assim, algumas empresas optavam por não indicar o condutor da infração por achar mais vantajoso, em virtude das possíveis sanções e perda do direito de dirigir de seus colaboradores. No entanto, não funciona bem assim. Essas multas de “agravo”, na verdade, são aquelas multiplicadas pelo número de vezes que a mesma infração foi cometida sem a identificação do condutor, ou seja, não identificar o condutor é um erro grave, e que pode pesar ainda mais para o financeiro das empresas.

A nova multa por Não Identificação do Condutor

Como forma de combater a omissão da pessoa jurídica e a impunidade do condutor infrator, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentou a aplicação de multa à pessoa jurídica proprietária de veículo quando não houver a identificação do condutor infrator, chamada de multa NIC, as multas sem identificação de condutor.

Publicada no Diário Oficial, a aplicação da penalidade de multas sem identificação de condutor dispensará lavratura de auto de infração ou expedição de notificação da autuação. Para o cálculo do número de infrações iguais, serão consideradas apenas aquelas vinculadas à mesma placa do veículo autuado.

No caso da não identificação do condutor, o valor da multa é multiplicado pelo número total de infrações iguais cometidas no período de 12 meses pelo mesmo veículo.

Por exemplo, se um veículo for autuado pela primeira vez por trafegar com velocidade superior a 20% da máxima permitida, a multa, considerada grave, terá como penalidade o pagamento de R$ 195,23. No caso da não identificação pela empresa do condutor, será acrescido ao valor para pagamento a multa NIC, com o mesmo valor da infração original. Dessa forma, o total a pagar será o valor da primeira multa + a multa NIC (R$ 195,23 + R$ 195,23 = R$ 390,46).

Caso esse mesmo veículo volte a ser autuado pela segunda vez por excesso de velocidade e novamente o condutor não seja identificado, o valor da multa NIC será multiplicado por 2. No mesmo exemplo acima, o valor total será (R$ 195,23 + R$ 390,46 = R$ 585,69).

Em uma terceira autuação, o valor da multa NIC será multiplicado por 3 e assim sucessivamente, durante os próximos 12 meses.

Caso a multa não seja paga, a empresa ficará impedida de fazer a transferência de propriedade e o licenciamento do veículo.

Multas sem identificação de condutor: o que pode ser feito?

Muito além de criar uma cultura para a identificação do motorista em função das multas sem identificação de condutor, é importante que a organização também instrua seus condutores a respeito dos perigos de um veículo mal conduzido, para a empresa e para a sociedade em geral.

Entre as multas mais aplicadas no Brasil estão a por excesso de velocidade, considerada uma infração grave ou gravíssima. Quando o motorista deixa de ser identificado, ele não corre o risco de perder a sua carteira de habilitação (ou mesmo o emprego por justa causa, se for um motorista profissional), de forma que nada impeça que ele cometa novamente a infração, colocando em risco sua vida, a de terceiros e, também, a imagem da empresa.

Por isso, é importante a empresa implementar um sistema de adoção de controle, principalmente para aqueles veículos que são utilizados por vários motoristas. Os métodos são diversos, desde controles manuais em papel, planilhas eletrônicas e até mesmo sistemas de rastreamento veicular que possuem essa função específica.

E você, já conhecia como funcionam as multas sem identificação de condutor?  Como sua empresa controla quais motoristas estão utilizando seus veículos? Compartilhe conosco nos comentários e continue acompanhando nosso blog.


10 motivos que levam você a terceirização de frota

A terceirização de frota,  modalidade de aluguel e gestão de veículos realizada por locadoras, é um bom negócio para as empresas que, antes, costumavam arcar com os custos de uma operação própria. Isso porque as locadoras de veículos, por ter frota numerosa, fazem melhores negociações com prestadores de serviços (concessionárias, seguradoras e oficinas) e conseguem, assim, reduzir os custos com a aquisição e manutenção dos veículos, seguros, entre outros benefícios.

Porém, muitas vezes, não é possível mensurar os custos diretos e indiretos de algumas operações e processos que ocorrem dentro de uma empresa..Você sabe quais fatores contribuem para que seja mais vantajoso alugar um veículo do que comprá-lo? Qual é a taxa de depreciação? Quais são os custos dos juros de financiamento? O custo de oportunidade? Os gastos com impostos e documentação?

No artigo a seguir, responderemos a essas perguntas e mostraremos o porquê pode sair bem mais em conta terceirizar uma frota do que comprar os veículos. Confira.

1. Avalie os custos de aquisição e entenda que a terceirização de frota é algo vantajoso

Ao avaliar o custo de aquisição do bem, é importante levar em consideração, além do valor nominal de compra, a forma de pagamento. A compra de um veículo, por exemplo, sempre envolve outros custos, seja ela financiada ou não.

Os juros de financiamento são os valores cobrados pelo agente financeiro (banco, financeira, etc.) por conta da antecipação do capital que será utilizado na compra do bem. Além da taxa de juros aplicada, geralmente são acrescidos aos valores das parcelas mensais algumas cobranças de impostos (IOF, por exemplo) e tarifas de serviço como a TAC (Taxa de Abertura de Crédito), por exemplo, o que reforça a ideia de que a terceirizar uma frota é o melhor negócio para empresas.

2. O custo de oportunidade

Ainda que sua empresa decida adquirir os veículos de sua frota com recursos próprios em vez de fazer um financiamento, essa aquisição gera custos que precisam ser levados em conta.

Isso porque os recursos destinados à compra dos veículos poderiam ter sido utilizados na própria cadeia produtiva da sua empresa e alavancar resultados significativos. Esse valor é conhecido como custo de oportunidade.

3. Revisão dos custos de aquisição a cada compra

Muitas empresas adotam uma política de aquisição de bens permanente e ficam anos sem revisar os cálculos. Isso é um erro, pois os preços de compra direta e locação praticados no mercado são muito voláteis.

Além disso, é preciso levar em conta que a empresa pode ter uma oportunidade de retorno maior ou menor em intervalos curtos de tempo. Tudo isso deve ser levado em conta ao avaliar os custos de aquisição dos bens e de terceirizar uma frota.

4. Faça o cálculo, também, para reduzir prejuízos

Mas o que ocorre se a empresa em questão estiver gerando prejuízo? Neste caso, podemos pensar em duas situações:

a) Quanto este capital ajudou a minimizar este prejuízo?

b) É possível quitar alguma linha de crédito com este capital? Se a resposta for sim, o custo desta linha de crédito é que pode ser usado em seus cálculos como custo de oportunidade.

5. Atente para o custo da depreciação do veículo

Ao longo do tempo, o valor dos veículos adquiridos sofre uma desvalorização. Por mais bem cuidados que sejam, eles não terão o mesmo valor de quando saíram novinhos da concessionária, e essa diferença é chamada de depreciação.

Quando você terceiriza uma frota, a contratada é quem é a responsável por esse custo, não a sua empresa.

6. Considere os gastos com impostos e documentação

Outro fator a ser considerado são os custos com impostos e taxas anuais para documentação e licenciamento do veículo comprado, custos que, ao terceirizar uma frota, não são de responsabilidade da sua empresa.

7. Lembre-se dos custos de manutenção

Mesmo que veículos novos tendam a não demandar reparos, as manutenções preventivas são indispensáveis para qualquer carro ao longo do tempo de uso.

E vale lembrar que, ao comprar uma frota, esses valores tendem a aumentar gradativamente ao longo do tempo e da utilização.

8. Acrescente, ainda, o valor do seguro

Se você não terceirizar uma frota, cada veículo necessitará, também, de seguro. Considerando um valor médio de R$ 1.600 por ano, teremos um custo de R$ 4.800,00 por veículo ao final dos 36 meses de utilização.

9. Atente para o intervalo entre a compra e a entrega do veículo

Quando sua empresa adquire um veículo 0km, existe um intervalo entre a data de pagamento até a entrega, em função do faturamento, da documentação e do frete do veículo.

Neste intervalo, sua empresa já pagou pelo carro, mas não usufrui dele. Da mesma forma, ao término do ciclo de utilização desses veículos, levam meses para que sejam feitas as negociações de venda e documentação necessárias para que o dinheiro esteja novamente disponível em caixa.

Todo esse período em que sua empresa não usa o carro de forma operacional e nem tem os recursos financeiros disponíveis para uso implica em um custo, que deve ser levado em conta no cálculo do custo de aquisição, e que reforça as vantagens de terceirizar uma frota.

10. Considere, finalmente, os custos administrativos

Não terceirizar uma frota demanda horas de trabalho e dedicação para que tudo funcione bem desde a primeira cotação para compra até a documentação necessária para venda dos veículos.

Quantas pessoas são necessárias e quanto tempo elas se dedicam para gerir multas, documentos, negociações de compra e venda, manutenções, sinistro e tudo mais que estiver relacionado a sua frota? Esse item também é variável e deve ser divido pela quantidade de carros, caso você opte por não terceirizar uma frota.

Levando em consideração todos os fatores acima mencionados, fica claro que fazer o cálculo do custo de uma frota de veículos envolve muito mais do que o valor de compra dos mesmos. Na maioria dos casos, após um estudo personalizado das características e necessidades de cada negócio, chega-se à conclusão de que é muito mais eficiente e barato terceirizar uma frota do que adquirir os carros.

Ficou interessado sobre o assunto e quer entender melhor as vantagens de terceirizar uma frota? Baixe o nosso e-book sobre o custo de uma frota e até a próxima. 


Terceirização e os impactos no seu negócio?

Nos últimos anos, a terceirização tem ganhado força no mercado empresarial. À medida que as organizações se conscientizam a respeito dos custos e da qualidade dos seus produtos e serviços, elas têm terceirizado cada vez mais seus diferentes processos, desde aqueles menos essenciais até mesmo os mais prioritários.

De forma geral, a terceirização é uma alocação de processos específicos dentro de uma empresa para um provedor de serviços externo especializado. Com a aprovação da nova lei da terceirização (PL 4.302/98), o governo ampliou a possibilidade de empresários contratarem funcionários e empresas, independentemente do seus ramos de atuação.

A principal vantagem da nova lei é a possibilidade de contratar profissionais e empresas para trabalhos temporários, evitando que a organização tenha que contratar funcionários internos para executar tarefas que são esporádicas.

A partir do momento em que o trabalho é terceirizado, a empresa contratada assume a responsabilidade de realizar as atividades ou mesmo manter ativos da organização pelo tempo contratado.

A seguir, saiba mais sobre como a terceirização pode impactar o seu negócio. Acompanhe.

Foco no que realmente importa

Conforme uma empresa cresce, é natural que as suas operações também aumentem. Essa expansão pode acabar sobrecarregando recursos (humanos e financeiros) às custas das atividades principais que tornaram a empresa bem-sucedida.

Com a terceirização de algumas atividades, é possível reorganizar os processos internos, sem sacrificar a qualidade do seu produto final. Por exemplo, em uma empresa de marketing, serviços de limpeza, gestão de impressão ou mesmo TI podem ser terceirizados, fazendo com que os gestores tenham foco total e exclusivo nas atividades principais da organização, em seu core business.

Simplificando, a empresa estará terceirizando os problemas e as responsabilidades envolvidas em ter que contratar e administrar funcionários para essas atividades que, mesmo que não sejam consideradas essenciais, ajudam a manter as operações do negócio funcionando.

No entanto, a terceirização não significa apenas contratar empresas para trabalhos não essenciais. Às vezes, um negócio pode precisar com urgência de um profissional especializado para um alto cargo de gestão e não tem tempo para fazer todo o processo seletivo de um candidato à vaga, ou os devidos treinamentos e cursos necessários. A terceirização simplifica todo o processo, com menores custos e com a garantia de que a empresa será atendida naquilo que ela contratou.

A manutenção de ativos com a terceirização

Os custos indiretos para as empresas também têm se tornado extremamente elevados. Considerando um negócio que precisa de um maior espaço em sua matriz, mas está situado em uma localização muito cara e sem espaço de expansão, a terceirização de algumas operações simples pode ajudar a reduzir a necessidade de espaço no escritório.

É o caso do telemarketing ou do serviço de atendimento ao consumidor, por exemplo, que podem ser executados remotamente de outra localização, não necessariamente no espaço físico da matriz do negócio.

Outro exemplo é o gerenciamento da frota de veículos. É inevitável a pressão constante sobre a redução de custos, preocupação com a manutenção dos veículos, contratação de seguros, entre outros problemas administrativos, o que faz com que empresas privadas e públicas optem por terceirizar sua frota.

Ao terceirizar a compra, o gerenciamento e a manutenção de veículos a um especialista do setor, a empresa terá uma economia expressiva em seus resultados financeiros. As locadoras especializadas lidam com fornecedores diariamente e, inevitavelmente, podem obter um acordo muito melhor na compra desses veículos, oferecendo preços de locação mais vantajosos.

A terceirização tende, até mesmo, a resultar em um número reduzido de funcionários, de modo que outras despesas relacionadas à folha de pagamento, administração e recursos humanos possam ser eliminadas completamente.

Dessa forma, a terceirização pode fornecer resultados para inúmeras empresas. Entregar a responsabilidade para uma empresa que tem a expertise no seu ramo de atuação apresenta o potencial de transformar, ou até mesmo revolucionar, a forma como a sua empresa ou organização atua nos negócios.

Quer continuar informado sobre terceirização de frotas? Continue acompanhando nosso blog e até a próxima. 


Pagar aluguel de bens é um bom negócio?

Utilizar um bem alugado em vez de comprá-lo, seja este uma casa, um carro ou um escritório, pode trazer muitas vantagens financeiras. Quem pensa que pagar aluguel significa perder dinheiro, poderá se surpreender ao descobrir que, na maioria das vezes, essa é a melhor escolha a se fazer. Em função da praticidade e da redução de custo que esse modelo proporciona, a tendência atual do mercado é justamente substituir o “ter” pelo “usar”.

Mas quais são os prós e os contras de pagar aluguel em vez de financiar a compra da casa própria? É preferível ter o próprio carro ou alugar um anualmente de uma locadora? Comprar o imóvel do escritório ou alugá-lo? Conheça, a seguir, as vantagens financeiras de pagar aluguel em comparação com a compra de bens.

As vantagens de pagar aluguel de um imóvel

Morar de aluguel pode ser bem mais interessante do que financiar a compra da casa própria. Alugar um imóvel não exige um investimento tão grande quanto o de uma entrada nem envolve financiamentos bancários ou custos de transação.

Mesmo que você tenha algum dinheiro guardado disponível, pode valer mais a pena aplicá-lo e pagar aluguel com o valor do rendimento. Lembre-se, também, que a manutenção de um imóvel envolve uma despesa significativa, que geralmente é assumida pelo proprietário e pode ser evitada com o aluguel.

Além disso, a locação facilita a escolha do endereço onde a pessoa quer morar e possibilita que ela tenha maior mobilidade. Esse quesito é importante, principalmente, para quem precisa se mudar com frequência, seja para trabalhar ou estudar, por exemplo. Além disso, caso a sua renda não acompanhe o valor do aluguel, você sempre pode procurar uma opção mais barata.

Por que vale mais a pena alugar um escritório?

Atualmente, as grandes cidades brasileiras sofrem com a especulação imobiliária, que pode fazer com que o sonho de ter o próprio imóvel se torne um pesadelo – principalmente para quem pretende morar em áreas nobres.

Além do custo elevado para adquirir o imóvel, ter o próprio escritório exige gastos com mobília, equipamentos, IPTU, seguro fiança e obrigatório, materiais de consumo (limpeza, café), internet, água, luz, telefone, manutenção, pessoal de suporte (secretária, TI), e possíveis investimentos em reformas do imóvel. Algumas dessas despesas podem ser abatidas, dependendo do tipo de imóvel que é alugado.

Uma tendência entre as startups e os profissionais liberais é optar por escritórios de coworking, um espaço de trabalho compartilhado do qual todos podem se beneficiar, mantendo sua autonomia. As despesas são todas divididas, desde a infraestrutura ate os gastos com luz, IPTU, telefone, internet, etc. Desse modo, a redução de custos é bastante significativa.

Por que compensa pagar aluguel de um carro?

Muitas vezes, é mais viável pagar para usar um veículo do que comprá-lo. Adquirir um carro implica em muitas despesas, incluindo entrada, parcelas mensais e dos juros de financiamento, gastos com revisões, seguro, manutenções, IPVA, etc. Sem contar a desvalorização muito rápida que o carro sofre logo após sair da loja. 

Atualmente, é viável alugar um carro por longos períodos, de 12 ou 24 meses. A grande vantagem é que aderir a esse serviço custa cerca de 20% mais barato que comprar um veículo novo. Na mensalidade do carro, já estão inclusos IPVA, licenciamento, seguro e revisões programadas.

O compartilhamento de automóveis é uma opção

Quando se fala pagar aluguel de um carro, muita gente pensa nas locadoras tradicionais, mas o compartilhamento de automóveis segue outro modelo, no qual qualquer pessoa pode colocar o próprio carro para ser locado a outro usuário por meio de uma plataforma online.

De acordo com o Global Automotive Consumer Study: Future of Automotive Technologies, realizado em 17 países, em 2016, a aceitação do compartilhamento de automóveis cresce a cada ano em todo o mundo, inclusive no Brasil. O estudo mostrou que 55% dos brasileiros que usam veículos compartilhados para se locomover dispensariam a compra de carro próprio, e entre os jovens esse número sobe para 62%.

As vantagens da terceirização de frotas

A terceirização de frotas vem se consolidando no mercado, graças às vantagens financeiras, operacionais e de eficiência que traz para as organizações. O aluguel sai mais em conta do que manter veículos próprios, já que a manutenção, revenda e renovação da frota ficam por conta da locadora.

Esse modelo é um aluguel de longo prazo com uma série de serviços agregados, como assistência 24 horas, manutenção, documentação, logística, seguro e gestão de sinistro. Esses benefícios possibilitam a diminuição de custos e ganho de desempenho para os negócios.

Com a adoção da terceirização, uma empresa pode reduzir cerca de 25% os custos operacionais com veículos. Isso porque a locadora consegue negociar em escala com fornecedores e oficinas de manutenção, repassando esse ganho para seus clientes através de uma tarifa mensal de locação competitiva e justa.

Segundo a Associação Brasileira de Locadores de Automóveis (ABLA), existe mais de 11 mil empresas de locação de veículos ativas junto à Receita Federal. O faturamento nacional com a locação de veículos de automóveis e comerciais leves atingiu R$ 12,1 bilhões no ano passado, e a terceirização de frotas (45%) teve a maior participação no faturamento.

Como você pode notar, pagar aluguel pode oferecer muitas vantagens em relação à aquisição de bens, nos mais diversos setores. Muitas empresas já oferecem serviços de aluguel adequados a cada tipo de negócio e suas respectivas áreas de atuação. Desse modo, é possível reduzir custos com infraestrutura e máquinas, além de desfrutar de uma ampla gama de benefícios e serviços agregados.

Você já utiliza bens alugados, como imóveis e transportes, em sua empresa? Achou esse modelo mais vantajoso? Compartilhe suas experiências conosco e até a próxima.